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Hormonioterapia
Ter, 04 de Setembro de 2012 13:54

Depois que um câncer de mama é removido, suas células são examinadas (pelo médico patologista) que vai verificar se elas contém receptores para os  hormônios sexuais femininos – estrogênio e progesterona. Se as células malignas têm esses receptores, dizemos que aquele câncer de mama é “receptor-hormonal-positivo”.

Se você imaginar uma célula maligna mamária como sendo uma casa, pense que os receptores hormonais sejam pequenas janelas. Os hormônios femininos que circulam no corpo chegarão em algum momento nas “janelas” e a partir deste contato, enviarão sinais para que a célula maligna cresça e se multiplique.

A Hormonioterapia (HT) age através da redução da quantidade de estrogênio no organismo ou bloqueando seus efeitos (imagine que um remédio possa “fechar” aquelas janelas que descrevemos acima). Nos tumores receptores-positivos, as drogas utilizadas na hormonioterapia são capazes de retardar o crescimento ou diminuir o câncer de mama com metástases. Além disso, nos casos de tumores iniciais, podem reduzir o risco de recorrência da doença após a cirurgia.

É importante esclarecer aqui que Hormonioterapia do câncer não é o mesmo que Terapia de Reposição Hormonal da menopausa (TRH). Esta última é usada para aliviar os sintomas comuns da menopausa, como as ondas de calor e alterações do humor. Na TRH, os médicos vão prescrever hormônios (estrogênio, progesterona e outros hormônios). A Hormonioterapia para o câncer (HT) é exatamente o oposto – ela bloqueia ou diminui os níveis de estrogênio do corpo..



 
 

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